Espaguete com shimeji

 
Pra anotar rapidinho e fazer ainda hoje: meio pacote de espaguete integral, uma bandejinha de shimeji, uma colher de manteiga, quatro colheres de shoyu light, uma caixinha de creme de leite leve.

Numa frigideira, refogue o shimeji na manteiga por 2 a 3 minutos, acrescente o shoyu e, ao desligar, o creme de leite. Se achar necessário, acerte o sal. Incorpore esse “molho” no macarrão cozido al dente e pronto.

Mais fácil impossível e super confundível com amor 💛💛💛

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Brigadeiro de gente grande

Que eu amo comida, preciso nem comentar. Num nível que confundo com amor etc e tal. Até por isso, gosto (mesmo!) de tudo que é novo nesse universo. E aprecio, sim, ingredientes bons e que não subestimam o paladar de quem curte comer. Mas… daí a entrar nessa neura foodie, gourmet e o c*@#%&* de espuma, musseline, redução, gel e não sei mais o que, é uma ooooutra história. Tenho preguiça. Mesmo.

Mas voltando ao amor pela comida de verdade (e gostosa!), eu queria retomar minha admiração pelo brigadeiro. Vamos combinar que aquele amor conquistado nas festinhas infantis ficou perdido lá, quando achávamos que aquilo era chocolate? Quando fui apurando um pouquinho o paladar (adulta, ui) e mascando essas cousas açucaradas que nego nos enfia goela abaixo, foi ficando difícil. E os confeitos que nego jura ser cho-co-la-te? Socorrinho.

E então, depois de gastar pequenas fortunas nas tais brigaderias (preguiça idem dessas nomes gourmetizados, que fique registrado), resolvi que já tinha passado da hora de eu mesma me aventurar no meu próprio brigadeiro gourmet, que pela cafonice do termo (minha opinião apenas, ok? precisa concordar não), resolvi batizar de brigadeiro de gente grande. Não é amor? Eu achei! ❤

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Primeira paixonite? O parque de diversões chamado prateleira de chocolate belga Callebaut. Sim, é mais caro. Sim, soa pedante. Mas é esse ingrediente que faz a diferença. Pra uma pessoa xonadjinha na comida, isso aqui é paraíso. Se liga na variedade (sabores and cores, gente!) e na facilidade (tudo em pastilhas, pra não precisar ficar picando que nem louca) da prateleira de cima. Embaixo são os granulados, no caso chocolate de verdaaaaade! Muito ❤

Vamos à receita do tradicional?

Uma caixinha de creme de leite Nestlé, uma lata de leite condensado Nestlé, 50g de manteiga sem sal e 200g de chocolate meio amargo Callebaut.

Mistura tudo numa panela média de fundo grosso, antes mesmo de ligar o fogo. Aí, liga o fogo no mais baixinho que seu fogão permitir (é, isso mesmo). Aí mexe sem parar até dar o ponto, que é diferente do que a gente tá acostumada com aquele brigadeiro normalzão. Ele vai borbulhar devagar, depois borbulhar rápido, depois voltar a borbulhar devagar. Esse é o ponto: quando voltar a borbulhar devagar. Entendeu? Isso dá quase 25 minutos (lembrete importantérrimo: fogo baixérrimo). Aí você desliga o fogo, mexe mais um pouco pra deixar bem brilhante e coloca num bowl de vidro (levemente untado com manteiga sem sal) pra descansar, fora da geladeira, por umas 5 ou 6 horas.

Pra enrolar, nada de manteiga (muito menos margarina, socorro!) na mão. Água gelada e só. Maior descoberta da história, quase chorei de emoção (sou dessas). Passei nos splits Callebaut ao leite e em lâminas de amêndoas, mas as possibilidades são infinitas, tipo pistaches moídos (nham!), nozes, ovomaltine etc. Mal posso esperar para testar todos os outros sabores de brigadeiro e de cobertura.

Tudo pode ter parecido meiqui estranho e impositivo (tipo as marcas), mas juro que é uma receita fácil e deliciosa de um brigadeiro de gente grande inesquecível. Pra comer em casa, pra fazer pras festas de gente amada, pra dar de presente, pra vender e ficar ryka!

Faz e me conta como foi, please?

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Sou uma madrinha que confunde brigadeiro com amor e farei os bichinhos pro aniversário do Henrique e pro casamento do meu irmão. E estou mais do que feliz com isso, estou plena e realizada ❤

Torta de cebola

Tem uma receita de torta de cebola que super impressiona, pelo sabor e apresentação, mas que dá zero trabalho. Desde que a vi no Paladar, do Estadão, faço com relativa frequência e, ó, sucessinho garantido. É legal pra servir quando vai receber uma visita, ou quando vai visitar alguém. Mas é uma opção boa de jantar, acompanhada de saladinha de folhas. Quem curte? ❤
É legal fazer numa forma de fundo removível, pq td que é bonito merece ser mostrado e essa torta é assim, todatoda exibida. Passa até por comprada pronta numa dessas casas bacanas, pode enganar seus convidados que eles cairão, rysos.

Primeiro, a massa: 100 gramas de manteiga, 1 xícara e meia de farinha de trigo (às vezes, uso metade integral e funciona bem) e duas colheres de sal. Mistura bem com a mão, até soltar dos dedos. A orientação original era de abrir com rolo e depois colocar na forma. Eu não tinha nem espaço, nem rolo, então comecei fazendo assim e tornei como padrão: pedacinho por pedacinho, moldando na forma, tipo quebra-cabeça. Tem que fazer o fundo e a lateral, ok?

Pro recheio, mais fácil ainda: precisa fatiar em rodelas finas três cebolonas grandes (ou umas cinco normais) e refogar num pouquinho de azeite, deixando-as bem transparentes, macias, mas não douradas. No liquidificador, bato três ovos com uma lata de creme de leite, sal e pimenta do reino a gosto.

Aí vamos pra forma que já está toda forradinha de massa, acomodo a cebola refogada em toda a área e despejo o líquido do liquidificador. Por cima, 100 gramas de parmesão e prontinho.
Uns 30 minutos de forno, ou até dourar.
Fica com aquela textura boa de quiche, bem leve e saborosa.

Torta ❤