Caprese, uma chiqueza rapidinha

Dica pra um macarrão rapidinho, porém com um pouco de charme e delicadeza (todo mundo merece um carinho depois de uma semana do cão, né não?): fusili caprese.

Sabe aquela salada bem gostosa que às vezes a gente come no restô, que leva tomate, muçarela de búfala e manjericão, com bastante azeite? Então, isso é caprese. Fino, né? Na hora que a gente vê, já tá lá botando nome importado no macarrão ❤

Mas vcs viram essa notícia? Capaz que queremos comprar gato por lebre e ainda pagar caro por isso, né? Achei legais as dicas pra identificar uma verdadeira muçarela de búfala, que eu aaaaamo infinitos coraçõezinhos. Depois dá uma olhada!

Bom, voltando. Cozinhei meia caixa de uma massa integral que tinha em casa, o fusili (pa-ra-fu-so). Enquanto isso, cortei ao meio tomatinho-cereja (que tb adoro, vcs não?) – usei uma caixinha daquela que vende em todo supermercado. Do pote de muçarela de búfala, usei uns 75%, também cortando as bolotinhas-delícia ao meio. E aí o Matheus foi na nossa horrrrrta ❤ e colheu manjericões (eles estão gigantes, to amando!) fresquinhos. Vários, uns 15 marromeno.

Com a massa no ponto, escorri e deixei no escorredor um cadjim. Numa panela, botei bastante azeite, só dei um susto no tomate (pra ele começar a soltar o caldinho, mas sem desmanchar, queremos ele bonito e íntegro, né não?), voltei o macarrão, acertei o sal, pimentinha do reino, queijito, manjericão, fim. Ah, deixa umas duas folhinhas de manjericão sem cortar and jogar no meio, pra enfeitar assim, por cima. Mais fofura pro seu prato ❤

 

caprese

Fala se não ficou com cara de macarrão de restô? Gosto tb, viu?! ❤

 

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Temperaí

Pra mim, tempero é inspiração. E também serve pra dosar sentimento à comida.
Nada elaborado, nada complexo. Um simples verdinho já faz sua função de personalizar um prato.
Hoje usei três deles:
– sal de vinho, que ganhei de presente vindo do sul da França. Bem bom pra temperar carne vermelha, usei só eles sobre os bifinhos de mignon e o sabor ficou marcante na medida, com uma cor linda.
– pimenta italiana, que também ganhei de presente vinda de Roma. Não sou a melhor amiga dos apimentados e, como fui alertada do ardor dessa, segui uma dica do meu irmão: coloquei no moedor de sal grosso, misturando partes iguais dela e dele. Fica perfeito! Usei no molho de tomate.
– manjericão fresco, da hortinha de casa. Sim, até uma pessoa como eu, que trabalha fora, não tem empregada e mora em apartamento pequeno pode (eu diria deve, mas looonge de mim ditar regras) ter um espacinho pra cultivar verde. Faz bem pra cabeça e pro paladar. Fresco é bem mais gostoso.

Esses presentes-delícia-europeus comprovam: não precisa ser fino, basta se cercar de gente fina